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id da página: 2123 Oswald Spengler — A Decadência do Ocidente

Spengler Decadencia do Ocidente

Oswald Spengler — A Decadência do Ocidente


TOMO I. FORMAS E REALIDADE
Introdução, § 1 a 16
Capítulo I. Do sentido dos números, § 1 a 18
Capítulo II. O problema da história universal
I. Fisionômica e sistemática, § 1 a 8
II. Ideia de destino e princípio de causalidade, § 9 a 20
Capítulo III. O Macrocosmo
I. A simbólica da imagem cósmica e o problema do espaço, § 1 a 5
II. Alma apoliniana, faustiana, mágica, § 6 a 15
Capítulo IV. Música e Plástica
I. As artes plásticas, § 1 a 10
II. Nu e retrato, § 11 a 19
Capítulo V. Imagem mental e sentimento vital
I. Da forma da alma, § 1 a 9
II. Budismo, estoicismo, socialismo, § 10 a 18
Capítulo VI. Ciência faustiana e Ciência apoliniana, § 1 a 15

TOMO II. PERSPECTIVAS DA HISTÓRIA UNIVERSAL
Introdução
Capítulo I. Origem e paisagem
I. O cosmos e o microcosmo, § 1-5
II. O grupo das altas culturas, § 6-11
III. As relações interculturais, § 12-19
Capítulo II. Cidades e povos
I. A alma da cidade, § 1-6
II. Povos, raças, línguas, § 7-14
III. Povos primitivos, povos de cultura, povos de fellahs, § 15-19
Capítulo III. Problemas da cultura árabe
I. As pseudomorfoses históricas, § 1-7
II. A alma mágica, § 8-14
III. Pitágoras, Maomé, Cromwell, § 15-21
Capítulo IV. O Estado
I. O problema das ordens: nobreza e clero, § 1-5
II. O estado e a história, § 6-14
III. Filosofia da política, § 15-18
Capítulo V. O mundo formal da vida econômica
I. O dinheiro, § 1-5
II. A máquina, § 6-8


Considerações de Julius Evola em sua autobiografia Il Cammino del Cinabro

  • Tradução e crítica da obra de Oswald Spengler O Declínio do Ocidente
    • A tradução da obra de Oswald Spengler por incumbência da editora Longanesi e a oportunidade para uma análise crítica.
    • Reconhecimento do mérito de Oswald Spengler em superar a concepção linear e evolutiva da história e enriquecer os horizontes do pensamento histórico.
    • Identificação da contraparte negativa na obra de Oswald Spengler: a afirmação de um pluralismo e de um relativismo histórico das civilizações.
    • Crítica à concepção spengleriana de civilizações como organismos biológicos fechados com ciclos vitais predeterminados.
    • Definição da morfologia spengleriana como uma psicologia das civilizações baseada em material espúrio e secundário, e não como uma metafísica.
    • Proposição de um dualismo essencial para além do pluralismo: a oposição entre civilizações tradicionais e civilizações modernas.
    • Correspondência parcial do dualismo tradicional-moderno com a oposição de Oswald Spengler entre Kultur e Zivilisation.
    • Reconhecimento da acuidade de Oswald Spengler na descrição da Zivilisation como fase terminal crepuscular.
    • Identificação da falta de referências doutrinais adequadas em Oswald Spengler como causa de sua visão incompleta da Kultur ou civilização tradicional.
  • A dimensão metafísica negligenciada e a influência das filosofias irracionalistas
    • A carência fundamental em Oswald Spengler: a falta do sentido da dimensão metafísica ou da transcendência, essencial a toda verdadeira Kultur.
    • A distorção spengleriana ao associar a Kultur à "vida", ao "instinto", à raça e ao substrato "materno" irracional.
    • A influência deletéria das filosofias modernas da vida e do irracional na base da concepção spengleriana.
    • A análise da dissociação existencial como origem da oposição entre Erleben (experiência vivida regressiva) e consciência intelectualística abstrata.
    • A definição de "ser" privado de clareza intelectual e clareza intelectual avulsa do ser como fragmentos de uma unidade superior anterior.
    • A impossibilidade de compreender o centro das civilizações tradicionais sem captar essa unidade superior.
    • A relevância do esclarecimento desse ponto devido à sua influência em reavaliações modernas do símbolo e do mito.
  • Paralelos com outros autores: Ludwig Klages e Carl Gustav Jung
    • A confusão operada por Ludwig Klages entre "espírito" e Verstand (intelecto abstrato), visto como "antagonista da vida".
    • O posicionamento de Carl Gustav Jung em uma direção não muito diferente na sua abordagem.
  • Limitações da crítica e omissão de erros específicos
    • A decisão de não enumerar todos os erros e distorções presentes na obra de Oswald Spengler, muito mais numerosos que as intuições felizes.
    • Menção exemplificativa de afirmações alarmantes de Oswald Spengler sobre budismo, taoismo, estoicismo e a civilização greco-romana.
  • A concepção do "homem faustiano" e a crítica ao "cesarismo"
    • A consideração da famosa concepção spengleriana do "homem faustiano" como merecedora de análise particular.
    • A identificação do aparecimento do tipo "faustiano" como um dos fatores principais da crise do Ocidente.
    • A interpretação do impulso "faustiano" como o descarregamento "horizontal" de uma tensão metafísica antes direcionada "verticalmente".
    • A validação das ideias de Oswald Spengler sobre o "cesarismo" como fenômeno característico da fase avançada de uma Zivilisation.
    • A descrição do "cesarismo" como forma violenta de unidade baseada no poder informe e pessoal sobre massas de indivíduos desenraizados.
    • A concordância com essa visão, já exposta na crítica ao "totalitarismo" contida em Os Homens e as Ruínas.
  • Distinção entre as perspectivas de Julius Evola e Oswald Spengler
    • A oportunidade da tomada de posição face às visões de Oswald Spengler, motivada pela tradução de sua obra principal.
    • A necessidade de corrigir a associação equivocada entre as ideias de Julius Evola sobre o mundo moderno e o spenglerianismo.
    • A afirmação da completa diversidade de pontos de referência entre Julius Evola e Oswald Spengler, cuja influência é considerada nula.
    • A identificação da linha do pensamento "tradicional", representada essencialmente pela corrente guenoniana, como a influência importante para Julius Evola.